quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Kareem Abdul-Jabbar não acredita que será superado

Em visita ao Brasil, embaixador cultural dos EUA afirma que dificilmente deixará de ser o maior pontuador da NBA
Kareem Abdul-Jabbar é cercado por crianças no projeto Rio em Forma Olímpico (Crédito: Divulgação) Kareem Abdul-Jabbar é cercado por crianças no projeto Rio em Forma Olímpico (Crédito: Divulgação)
Felipe Mendes
Publicada em 26/01/2012 às 18:35
Rio de Janeiro (RJ)
Maior pontuador da história da NBA com 38.387 pontos, o ex-pivô Kareem Abdul-Jabbar, de 64 anos, afirmou nesta quinta-feira em evento no Rio de Janeiro não acreditar que um dia terá sua marca superada. O jogador em atividade mais próximo é Kobe Bryant, que defende o Los Angeles Lakers, equipe em que Kareem se consagrou. O ala de 33 anos está em sexto na lista, com 28.441 pontos.
– Eu não acredito que algum jogador vá chegar perto de mim porque, embora sejam muito talentosos, eles fazem tanto dinheiro que se aposentam cedo. Talvez o Lebron James (está em 62 com 17.857 pontos) tenha uma chance, mas vai depender até quando quer jogar – afirmou Jabbar, que está no Brasil em visita como embaixador cultural dos Estados Unidos.
Seis vezes campeão da NBA, o ex-jogador do Milwaukee Bucks e dos Lakers manteve a língua afiada ao ser perguntado sobre quem é o maior jogador da história da liga. Deixando Michael Jordan de lado, elegeu uma outra lenda: o pivô Bill Russell, protagonista da dinastia do Boston Celtics entre 1956 e 1969.
– Ele ganhou 11 títulos em 13 anos de NBA, sendo oito seguidos.
Humilde ao falar de sua carreira, Jabbar disse que os recordes que possui – além de maior pontuador ele tem o maior número de prêmios de melhor jogador (6) – mostram que teve uma excelente carreira e que isso o deixa orgulhoso.
Nomeado embaixador cultural pela secretária de Estado Hillary Clinton no dia 18, Jabbar esteve em Salvador na terça. No Rio, visitou nesta quinta o programa Rio em Forma Olímpico, da prefeitura, e o Complexo do Alemão. Nesta sexta, irá ao Flamengo e à Mangueira:
– Quero encorajar as crianças na prática do esporte e fazê-los entenderem que a educação é importante para terem uma boa vida.
BATE-BOLA:

Kareem Abdul-Jabbar
Ex-jogador de basquete

Conhece o basquete do Brasil?
O Brasil tem uma grande liga e jogadores na NBA, como Leandrinho e Nenê. Da minha época, não conheço nenhum. Quem eu conheci foi o Pelé porque fizemos um comercial juntos. E ele esteve nos EUA com o Santos. Gosto de futebol e virei fã do Santos.

Não ter jogado uma Olimpíada é uma lacuna na sua carreira?
Não tenho arrependimento por isso. São circunstâncias e tenho de aceitar. Mas foi bom terem permitido que os jogadores da NBA pudessem competir a partir de Barcelona-1992. Os melhores jogadores têm se representar seus países nos Jogos Olímpicos.

Por que se converteu ao Islã?
Eu estava estudando as religiões e vi que o Islã tinha a ver comigo. Foi uma decisão pessoal.

Você atuou no cinema, em séries de TV e escreveu livros. Tem alguma coisa que você não faça?
Sempre gostei de cinema e espero voltar a fazer um filme. Por falta de oportunidade, não fui técnico principal de uma equipe.
QUEM É:
Nome:
Nasceu Ferdinand Lewis Alcindor Jr., mas mudou para Kareem Abdul-Jabbar após se converter ao Islã aos 19 anos.

Nascimento:
16/4/1947, em Nova York (EUA).

Altura:
2,18m

Equipes na NBA:
Milwaukee Bucks (1969-1975) e Los Angeles Lakers (1975-1989).

Títulos:
Seis vezes campeão da NBA: 1971, 1980, 1982, 1985, 1987 e 1988. Integra o Hall da Fama do Basquete desde 1995

 

domingo, 22 de janeiro de 2012

TV Na Jogada - Jornal Na Jogada - www.najogada.com.br

1. Apresentação
Falar e debater sobre esporte, sobretudo futebol, é assunto de interesse entre os brasileiros e não poderia ser diferente na Região dos Lagos. Em Cabo Frio, os amantes do esporte mais amado do país se atualizam através do programa "Na Jogada", na Jovem TV, canal 8; com o jornal Na Jogada; e com o site www.najogada.com.br, com notícias sobre o esporte amador e profissional de Cabo Frio e de toda a Região dos Lagos.
2. Justificativa
A convergência entre os diversos meios de comunicação vem se tornando uma realidade cada vez mais forte, com integração entre as mídias tradicionais (jornal e TV) com as novas mídias (internet e redes sociais).
É uma excelente oportunidade em nível de retorno de imagem, exposição da marca e aumento de vendas. Além disso, estará colocando sua imagem em um excelente mercado – a região da Baixada Litorânea principalmente.
3. Produtos
Site Na Jogada – Atualização diária
Jornal Na Jogada - Mensal
Programa Na Jogada – Jovem TV – Canal 8
4. Objetivo
Este projeto tem como objetivo oferecer espaço na mídia impressa (Jornal),
Digital (site) e televisiva (TV).

Site Na Jogada Seis anos no ar levando informações sobre tudo que acontece
no esporte de Cabo Frio e da Região dos Lagos.

Jornal Na Jogada está há mais de três anos cobrindo única e exclusivamente o
esporte cabofriense. Sua tiragem é de 3.000 exemplares, com todas as páginas
coloridas sendo distribuídos gratuitamente pelas bancas e outros pontos da cidade.

Programa Na Jogada é exibido na Jovem TV, canal 8. É transmitido ao vivo às
Segundas e quintas-feiras, às 13h, com reprises no mesmo dia. Fala sobre o
Esporte amador da cidade, se tornando o programa com maior audiência na
Cidade. Publicidade exibida 3 vezes por programa e reprise, totalizando 12
Chamadas por semana e 48 chamadas por mês.

 5. Investimento
·         Jornal
o   Banner 4,5cmx12,5cm: R$ 150,00/mês
o   Banner 7cmx12,5cm: R$ 200,00/mês
o   Banner 7cmx25 cm: R$ 300,00/mês
o   Banner meia página: R$500,00/mês
o   Banner página inteira: R$ 800,00/mês
·         Site
o   Banner 300x250: R$ 250,00/mês
o   Banner 250x250: R$ 200,00/mês
·         TV
o   Apoio cultural: R$300,00/mês (30 segundos de publicidade)
 6. Contato

Representante: Léo Borges

Telefones: (22) 9841-5232 / 9232-6656 / 7813-0188 / 106*105880



Cabo Frio, Janeiro de 2012

Guilherme Kroll - O Homem da Revolução

Guilherme Kroll - O Homem da Revolução

SAIU NA MÍDIA IMPRESSA:   JORNAL NA JOGADA


Por Léo Borges
Desde que foi fundada, em 2004, a Liga de Basquete de Cabo Frio (LBCF) cresceu bastante. Além de organizar os campeonatos municipais, a entidade montou equipes que conquistaram títulos, como o Rio Open juvenil, foi duas vezes vice-campeão Estadual para o “todo poderoso” Flamengo, tricampeão dos Jogos Abertos do Interior (JAI) e campeão dos Jogos Abertos Brasileiros (JAB’s).
Guilherme Kroll – crédito: Raphael Bozeo
Mas neste ano, a Liga passou por dificuldades financeiras e vai aos poucos respirando após a crise enfrentada. Para 2012, muitos projetos e mudanças na condução da administração. Para isso, o presidente Fábio Costa contratou Guilherme Kroll para gerente executivo da Liga.
Formado em educação física, jornalismo e psicologia; e militante no basquete desde que nasceu, já que seu pai fora treinador e jogador, Guilherme Kroll tem bagagem suficiente para o cargo. Trabalhou por mais de 25 anos como técnico, oito anos como superintendente técnico da Federação de Basquetebol do Rio (FBERJ) e vê neste novo desafio a chance de fazer um projeto modelo para o basquete não apenas municipal, mas de âmbito nacional.
Nos últimos cinco anos, Kroll trabalhou no futebol profissional, também como gerente executivo no Macaé Esporte e no Volta Redonda. Demonstrando otimismo, Guilherme Kroll espera revolucionar a Liga. O trabalho já começou.
Na Jogada: Reestruturar a Liga foi fundamental para seu acerto na Liga?
Guilherme Kroll: O basquetebol existe em Cabo Frio e em outros lugares por heroísmo, por conta dos ídolos, como aqui com o Sérgio Macarrão, através de pessoas abnegadas, que se somar todas não dá cinquenta. Não é isso que nós desejamos, queremos que a modalidade seja praticada por 80% de Cabo Frio. O basquete talvez seja de todas as modalidades, a que mais leva há inclusão, pois gera atração em todas as camadas sociais, em todas as faixas etárias, é um tremendo de um instrumento educacional. O basquete tem que ser massificado e utilizado como ferramenta de educação. É lógico que as equipes de alto nível tem que existir, para que se possa ter o espelho, o modelo. O grande interesse que temos é ver o basquete ser algo fundamental dentro da cultura, dentro da sociedade cabofriense.
NJ: Isso é mais uma motivação?
GK: Eu torno a dizer que o basquete para cinqüenta pessoas não tem representatividade. Nem sei dizer se é unido ou desunido, só posso afirmar que não tem representatividade. Temos que fazer basquete para 50 mil pessoas. É esse o basquete que vamos fazer agora. Sempre dividi minha vida profissional em pessoa física e pessoa jurídica. Há cinco anos como pessoa física exerço a função de Gerente de Futebol profissional. Hoje minha cabeça mudou, sou Gerente executivo da Liga de Basquete de Cabo Frio. Eu garanto que enquanto o basquete da cidade não estiver alavancado, mais de mil praticantes, bem forte, eu vou estar aqui. No dia que aqui começar a funcionar, talvez eu parta para outro desafio.
NJ: Ano que vem promete ser de muito trabalho. Quais são suas expectativas para 2012?
GK: Só o fato de eu estar aqui já prova tudo o que eu possa dizer. Eu estou apostando nisso, estou absolutamente encantado com o apoio que a Prefeitura Municipal de Cabo Frio vem dando não só para a Liga de Basquete, mas como para todas as outras. Essas Ligas recebem o apoio exato e que merecem receber. Temos três ginásios de alto nível e mais uma infinidade de quadras cobertas por aí. O apoio está sendo total do órgão público. Agora, as pessoas do esporte têm que entender que praticar esporte dá sede e não pode todo mundo correr para o mesmo bebedouro, que é a Prefeitura. Nós temos que entender que existem 200 bebedouros. Claro que o bebedouro da Prefeitura é legal, mas para aquilo ali ele já está funcionando. Agora nós temos que construir outras fontes para que possamos conseguir recursos de outras formas e fazer de Cabo Frio a capital do esporte.
NJ: Existem quatro projetos para 2012. É o começo da formação de novos atletas?
GK: Com certeza e vou além.  Temos que começar pelo mini basquete, mini vôlei, mini futsal, mini tênis, sempre com regras adaptadas, uniformes adaptados para a criançada toda conseguir aprender os gestos corretos, sem precisar fazer sobrecarga, porque a bola é mais pesada ou o aro está muito alto. Tão importante quanto isso é a criação de outro movimento paralelo que eu batizo de “Ama Basquete”, que é a associação de pais e amigos da modalidade. Se nós formos lançar uma atividade de basquetebol em que a criança pratique terça e quintas-feiras, por exemplo, nós vamos ter uma terceira prática que será no sábado, com a participação dos pais, amigos e vizinhos dessas crianças. Eles vão estar presentes e é isso que nós queremos. Não será apenas jogar bola, mas sim um processo esportivo e educacional, onde todos vão participar, com passeios, atividades culturais, jogos em outras cidades, enfim. Vamos ter atividades semanais sempre envolvendo os responsáveis por essas crianças. Nós  precisamos em todas as modalidades esportivas que elas cresçam de importância, que os pais vejam no esporte a diferença de simplesmente jogar bola.
NJ: A expectativa é grande para o Ama Basquete e o Mini Baquete?
GK: No meio de janeiro já vamos estar com todo o material desmontável, transportável, itinerante. Onde tiver entre dez e cinquenta crianças na faixa de até 13 anos, vamos comparecer gratuitamente, é só nos procurar. Chegamos lá, montamos nossas tabelas, levamos nossas bolas, levamos profissionais graduados e vamos fazendo a degustação, o “workshop” do basquete, criando um gosto pela modalidade. A partir de fevereiro vamos desenvolver turmas e naturalmente vamos ter equipes competitivas, dentro da nossa realidade. Evidentemente que competindo dentro da nossa realidade, não posso criar um exército de estilingue para enfrentar o exército norte-americano com canhões e outras armas. Temos que tomar cuidado para nos incorporarmos em competições com rivais do nosso nível, tem que tenha a mesma treinabilidade que nós. Com isso o gosto vai se perpetuando, se multiplicando e cada vez mais o basquetebol vai ganhando importância na nossa cidade.
NJ: O basquete de Cabo Frio vem fazendo bonito nos últimos anos. O que você acha que o passado pode ajudar nesse recomeço da Liga?
GK: Ajuda muito. Cabo Frio tem história no basquete. Sérgio Macarrão costuma dizer que a cidade tem muita estória no passado e tem uma história que começa em 2004, com a fundação da Liga de Basquete. Macarrão é uma figura que Cabo Frio sempre vai dever muito a ele qualquer conquista, qualquer louro terá que ser creditado ao Macarrão. Cabo Frio conseguiu ser campeão Estadual juvenil, em 2007, conseguiu ser campeão dos Jogos Abertos do Interior (JAI) e dos Jogos Abertos Brasileiros (JAB’s), neste ano. Agora isso tudo não adianta nada, não traz benefício nenhum se não houver a massificação e o poder público tem o projeto Novo Cidadão e tem tudo para dar certo. Se a modalidade de basquete não está funcionando, tem que funcionar, porque às vezes algumas porquinhas têm que ser apertadas, só isso. A essência existe, as quadras cobertas existem, escolas municipais de alto nível existem, professores capazes de dar boas aulas existem, a Liga existe, a prefeitura dá um suporte financeiro extremamente satisfatório para a massificação do esporte. Esse dinheiro não pode ser desviado para se formar equipes competitivas, esse dinheiro tem que ser aplicado justamente no aumento da comunidade basqueteira, tem que ser aplicado na formação e iniciação dos novos atletas, na difusão da modalidade na cidade. Naturalmente os patrocínios privados acontecerão e as equipes competitivas vão colher os resultados verdadeiros. Tendo massificação, tem público. Tendo público, tem arrecadação, bilheteria e patrocínio. Você simplesmente ter o resultado com o ginásio vazio é uma vitória extremamente efêmera. Fomos campeões brasileiros em agosto e até hoje estou esperando por um jantar, uma moção de aplausos, ou qualquer outra coisa. A pirâmide não pode estar de cabeça pra baixo. Não podemos iniciar o nosso investimento pela competição e sim pela estruturação da Liga, pela massificação da modalidade, pela inserção do basquete na sociedade cabofriense e aí o esporte de competição surge naturalmente.
NJ: Você já disse que não fará time adulto com a verba pública, apenas com patrocínio da iniciativa privada. Acredita que vai conseguir patrocínio e que teremos time adulto em 2012?
GK: Não tenho como mensurar o tempo. O projeto existe e a Liga de Basquete assume que teve um início errado no passado, onde ela começou estruturando uma equipe profissional, não conseguiu patrocínio e vários atletas saíram de Cabo Frio com direito a receber alguma coisa, alguma ajuda de custo. Então, no mês de março, vamos programar um grande evento de promoção do basquete adulto masculino, sendo que a verba arrecadada será uma parte para sanear as dívidas assumidas pela presidência da Liga. Aqueles atletas que ainda tem a receber as ajudas de custo da Liga podem ficar certos que receberão. Não contrataremos em hipótese nenhuma um novo atleta sem pagar primeiro aqueles que jogaram aqui e não receberam na totalidade aquilo que tem que receber. Mas eu tenho a impressão que temos condições de fazer um grande evento para zerar a dívida da Liga e dar o “Start” para o novo time de basquete adulto de Cabo Frio.
NJ: Existe algum plano para usar o Macarrão no basquete de Cabo Frio, seja com sua imagem ou em outra função?
GK: O Sérgio Macarrão antes de mais nada é uma referência, inclusive pessoal pra mim. Você fazer qualquer projeto em Cabo Frio sem considerar o Macarrão seria crime lesa a pátria. É claro que não vou inseri-lo em um projetinho pequeno, tenho que ter um projeto do tamanho dele. Com certeza absoluta que vamos caminhar pra isso e o Sérgio ainda tem muita coisa para fazer no basquete, não apenas de Cabo Frio, mas também nacionalmente. Macarrão é um ícone do basquete, um dos melhores jogadores de todos os tempos do basquetebol brasileiro, grande entendedor e um dos melhores técnicos desse país

Prefeitura de Cabo Frio tem projetos aprovados no PAC

Prefeitura de Cabo Frio tem projetos aprovados no PAC
Sex, 15 de Abril de 2011 01:02
Infraestrutura
Cabo Frio será uma das cidades do Brasil a receber benefícios do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) 2, do Governo Federal. O investimento conquistado recentemente será no valor total de R$ 7,72 milhões e vai ser destinado à construção de quatro pré-escolas, de uma praça, além de obras de urbanização.

A boa notícia veio da Secretaria Municipal de Governo, por meio do Escritório de Gestão de Projetos (EGP), que trata diretamente de investimentos federais e estaduais em obras do município. As quatro pré-escolas serão construídas no bairro Samburá, no Distrito de Tamoios (Rua da Torre, s/nº); Colinas do Peró (Rua 23, Quadra 21); no Tangará (Rua Nelson Mandela); e Caminho de Búzios (Rua das Camélias, Quadra 08). As duas primeiras atenderão ao total de 432 crianças e terão área construída de 1.212m². As duas últimas atenderão a 240 pessoas em área construída de 564m².
Já a Praça Modelo PAC, como é chamada, será construída na Reserva do Peró e vai contar com telecentro, biblioteca, anfiteatro, pista de skate, salas multifuncionais e CRAS (Centro de Referência de Assistência Social). Também fazem parte do pacote de obras a elaboração do projeto de urbanização do Centro Hípico no Segundo Distrito e a requalificação urbanística da comunidade do Morubá, que contempla regularização fundiária e trabalho social para desenvolvimento da cidadania e geração de trabalho e renda.
De acordo com a gestora municipal de Convênio (EGP) de Cabo Frio, Cláudia Magalhães, o início das obras depende apenas da autorização da Caixa Econômica Federal:
- As obras do PAC são acompanhadas pela CEF, que faz a análise de documentos, medição das etapas da obra e liberação dos recursos por etapa aprovada. Desta forma, estamos aguardando apenas o sinal verde para darmos início aos empreendimentos que irão beneficiar a população de Cabo Frio.
Também aguardam a liberação final da Caixa as obras do Restaurante Popular, que funcionará na Estrada Cabo Frio/Búzios – localizado a 300m antes do hospital do Jardim Esperança – e contará com verba de R$ 1,4 milhão e doação do terreno de 2.000m² por parte da Prefeitura de Cabo Frio (a área construída será de 680m²) e do Banco de Alimentos, que será instalado na Rua 12, do bairro Samburá, e contará com verba federal de R$ 450 mil mais doação de terreno municipal. De acordo com Cláudia Magalhães, os recursos para esses dois projetos foram obtidos junto ao Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome e devem gerar em torno de 70 empregos diretos no município, sendo que o Banco de Alimentos contará com a capacitação de 30 mulheres do Samburá que já trabalham com compotas de doces.
O Banco de Alimentos tem o objetivo de arrecadar alimentos doados por supermercados, feiras, indústrias, varejões, entre outros, que passam por seleção e processamento e são embalados em porções que serão distribuídas gratuitamente às entidades sócio-assistenciais que oferecem alimentação a pessoas em situação de insegurança alimentar e nutricional, como creches, albergues e asilos. Em Cabo Frio, o projeto contará com um auditório para a realização de cursos destinados à comunidade voltados para a culinária sustentável.
Já os Restaurantes Populares promovem a alimentação saudável através de refeições balanceadas e variadas vendidas a preços acessíveis. Cada unidade produz um mínimo de mil refeições por dia, sempre respeitando as características culturais da sua região.
De acordo com o Superintendente do Departamento de Projetos da Coordenadoria Municipal de Planejamento, Felipe Araújo, o refeitório do Restaurante Popular de Cabo Frio contará com 120 lugares:
- Este é o segundo projeto social do governo municipal voltado para a alimentação, o primeiro foi o Café do Trabalhador - disse o arquiteto, lembrando que os dois contarão com total adaptação para os portadores de deficiência e toda a manutenção será feita por este governo.

sábado, 21 de janeiro de 2012

SALVADOR RECEBE ABDUL-JABBAR

Em Salvador, Kareem-Abdul Jabbar visitará o Nordeste de Amaralina, onde se encontrará com jovens da comunidade, atletas e representantes de ONGs, além de autoridades do governo da Bahia. Ele também visitará o “ Basquete do Futuro Eletrobras” no bairro do Calabar,projeto da Federação Bahiana de Basket Ball em parceria com a Confederação Brasileira de Basketball

No Rio de Janeiro, Kareem-Abdul Jabbar visitará o projeto Rio em Forma Olímpico; participará da inauguração de uma clínica de basquete em parceria com a CUFA - Central Única das Favelas, na Vila Olímpica do Alemão, com a participação do rapper MV Bill; visitará o Clube de Regatas do Flamengo acompanhado da presidente do clube, Patrícia Amorim; e visitará a Vila Olímpica da Mangueira onde fará uma palestra para os alunos do Projeto Basquete do Futuro Eletrobras.

Haverá tradução durante toda a programação de Kareem Abdul-Jabbar no Brasil.

PROGRAMAÇÃO EM SALVADOR DIA 24 DE JANEIRO (3ª FEIRA)

LOCAL NORDESTE DE AMARALINA
Endereço: Associação Educacional Social Ágape (AESA) - Rua 11 de novembro, 842, Nordeste da Amaralina.
Das 10h30 as 11h45 – Visita e Bate Papo
Das 11h45 as 12h – Coletiva a Imprensa


LOCAL QUADRA DE ESPORTES DO CALABAR (PERTO DA  UPP)
Das 14h as 15h30- Bate Papo com os garotos do Progeto Basquete do Futuro


Qualquer informação 071 – 9914-6427 (Roberto) e 8869-2488 (Walter)

Roberto José Fernandes
Presidente da FBB