A KROLL Consultoria é especializada em projetos esportivos, infra-estrutura e logística necessárias para o sucesso no mundo esportivo, além de possuir um invejável curriculum em consultoria para políticos aliados ao esporte. Leis de Incentivo ao Esporte e a Cultura também integram o elenco da nossa empresa. Agenciamos atletas e demais profissionais de várias modalidades
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
domingo, 22 de janeiro de 2012
TV Na Jogada - Jornal Na Jogada - www.najogada.com.br
1. Apresentação
Falar e debater sobre esporte, sobretudo futebol, é assunto de interesse entre os brasileiros e não poderia ser diferente na Região dos Lagos. Em Cabo Frio , os amantes do esporte mais amado do país se atualizam através do programa "Na Jogada", na Jovem TV, canal 8; com o jornal Na Jogada; e com o site www.najogada.com.br, com notícias sobre o esporte amador e profissional de Cabo Frio e de toda a Região dos Lagos.
2. Justificativa
A convergência entre os diversos meios de comunicação vem se tornando uma realidade cada vez mais forte, com integração entre as mídias tradicionais (jornal e TV) com as novas mídias (internet e redes sociais).
É uma excelente oportunidade em nível de retorno de imagem, exposição da marca e aumento de vendas. Além disso, estará colocando sua imagem em um excelente mercado – a região da Baixada Litorânea principalmente.
3. Produtos
Site Na Jogada – Atualização diária
Jornal Na Jogada - Mensal
Programa Na Jogada – Jovem TV – Canal 8
4. Objetivo
Este projeto tem como objetivo oferecer espaço na mídia impressa (Jornal),
Digital (site) e televisiva (TV).
Site Na Jogada Seis anos no ar levando informações sobre tudo que acontece
no esporte de Cabo Frio e da Região dos Lagos.
Jornal Na Jogada está há mais de três anos cobrindo única e exclusivamente o
esporte cabofriense. Sua tiragem é de 3.000 exemplares, com todas as páginas
coloridas sendo distribuídos gratuitamente pelas bancas e outros pontos da cidade.
Programa Na Jogada é exibido na Jovem TV, canal 8. É transmitido ao vivo às
Segundas e quintas-feiras, às 13h, com reprises no mesmo dia. Fala sobre o
Esporte amador da cidade, se tornando o programa com maior audiência na
Cidade. Publicidade exibida 3 vezes por programa e reprise, totalizando 12
Chamadas por semana e 48 chamadas por mês.
5. Investimento
· Jornal
o Banner 4,5cmx12,5cm: R$ 150,00/mês
o Banner 7cmx12,5cm: R$ 200,00/mês
o Banner 7cmx25 cm: R$ 300,00/mês
o Banner meia página: R$500,00/mês
o Banner página inteira: R$ 800,00/mês
· Site
o Banner 300x250: R$ 250,00/mês
o Banner 250x250: R$ 200,00/mês
· TV
o Apoio cultural: R$300,00/mês (30 segundos de publicidade)
6. Contato
Representante: Léo Borges
Telefones: (22) 9841-5232 / 9232-6656 / 7813-0188 / 106*105880
Guilherme Kroll - O Homem da Revolução
Guilherme Kroll - O Homem da Revolução
SAIU NA MÍDIA IMPRESSA: JORNAL NA JOGADA
Por Léo Borges
Desde que foi fundada, em 2004, a Liga de Basquete de Cabo Frio (LBCF) cresceu bastante. Além de organizar os campeonatos municipais, a entidade montou equipes que conquistaram títulos, como o Rio Open juvenil, foi duas vezes vice-campeão Estadual para o “todo poderoso” Flamengo, tricampeão dos Jogos Abertos do Interior (JAI) e campeão dos Jogos Abertos Brasileiros (JAB’s).
Mas neste ano, a Liga passou por dificuldades financeiras e vai aos poucos respirando após a crise enfrentada. Para 2012, muitos projetos e mudanças na condução da administração. Para isso, o presidente Fábio Costa contratou Guilherme Kroll para gerente executivo da Liga.
Formado em educação física, jornalismo e psicologia; e militante no basquete desde que nasceu, já que seu pai fora treinador e jogador, Guilherme Kroll tem bagagem suficiente para o cargo. Trabalhou por mais de 25 anos como técnico, oito anos como superintendente técnico da Federação de Basquetebol do Rio (FBERJ) e vê neste novo desafio a chance de fazer um projeto modelo para o basquete não apenas municipal, mas de âmbito nacional.
Nos últimos cinco anos, Kroll trabalhou no futebol profissional, também como gerente executivo no Macaé Esporte e no Volta Redonda. Demonstrando otimismo, Guilherme Kroll espera revolucionar a Liga. O trabalho já começou.
Na Jogada: Reestruturar a Liga foi fundamental para seu acerto na Liga?
Guilherme Kroll: O basquetebol existe em Cabo Frio e em outros lugares por heroísmo, por conta dos ídolos, como aqui com o Sérgio Macarrão, através de pessoas abnegadas, que se somar todas não dá cinquenta. Não é isso que nós desejamos, queremos que a modalidade seja praticada por 80% de Cabo Frio. O basquete talvez seja de todas as modalidades, a que mais leva há inclusão, pois gera atração em todas as camadas sociais, em todas as faixas etárias, é um tremendo de um instrumento educacional. O basquete tem que ser massificado e utilizado como ferramenta de educação. É lógico que as equipes de alto nível tem que existir, para que se possa ter o espelho, o modelo. O grande interesse que temos é ver o basquete ser algo fundamental dentro da cultura, dentro da sociedade cabofriense.
NJ: Isso é mais uma motivação?
GK: Eu torno a dizer que o basquete para cinqüenta pessoas não tem representatividade. Nem sei dizer se é unido ou desunido, só posso afirmar que não tem representatividade. Temos que fazer basquete para 50 mil pessoas. É esse o basquete que vamos fazer agora. Sempre dividi minha vida profissional em pessoa física e pessoa jurídica. Há cinco anos como pessoa física exerço a função de Gerente de Futebol profissional. Hoje minha cabeça mudou, sou Gerente executivo da Liga de Basquete de Cabo Frio. Eu garanto que enquanto o basquete da cidade não estiver alavancado, mais de mil praticantes, bem forte, eu vou estar aqui. No dia que aqui começar a funcionar, talvez eu parta para outro desafio.
NJ: Ano que vem promete ser de muito trabalho. Quais são suas expectativas para 2012?
GK: Só o fato de eu estar aqui já prova tudo o que eu possa dizer. Eu estou apostando nisso, estou absolutamente encantado com o apoio que a Prefeitura Municipal de Cabo Frio vem dando não só para a Liga de Basquete, mas como para todas as outras. Essas Ligas recebem o apoio exato e que merecem receber. Temos três ginásios de alto nível e mais uma infinidade de quadras cobertas por aí. O apoio está sendo total do órgão público. Agora, as pessoas do esporte têm que entender que praticar esporte dá sede e não pode todo mundo correr para o mesmo bebedouro, que é a Prefeitura. Nós temos que entender que existem 200 bebedouros. Claro que o bebedouro da Prefeitura é legal, mas para aquilo ali ele já está funcionando. Agora nós temos que construir outras fontes para que possamos conseguir recursos de outras formas e fazer de Cabo Frio a capital do esporte.
NJ: Existem quatro projetos para 2012. É o começo da formação de novos atletas?
GK: Com certeza e vou além. Temos que começar pelo mini basquete, mini vôlei, mini futsal, mini tênis, sempre com regras adaptadas, uniformes adaptados para a criançada toda conseguir aprender os gestos corretos, sem precisar fazer sobrecarga, porque a bola é mais pesada ou o aro está muito alto. Tão importante quanto isso é a criação de outro movimento paralelo que eu batizo de “Ama Basquete”, que é a associação de pais e amigos da modalidade. Se nós formos lançar uma atividade de basquetebol em que a criança pratique terça e quintas-feiras, por exemplo, nós vamos ter uma terceira prática que será no sábado, com a participação dos pais, amigos e vizinhos dessas crianças. Eles vão estar presentes e é isso que nós queremos. Não será apenas jogar bola, mas sim um processo esportivo e educacional, onde todos vão participar, com passeios, atividades culturais, jogos em outras cidades, enfim. Vamos ter atividades semanais sempre envolvendo os responsáveis por essas crianças. Nós precisamos em todas as modalidades esportivas que elas cresçam de importância, que os pais vejam no esporte a diferença de simplesmente jogar bola.
NJ: A expectativa é grande para o Ama Basquete e o Mini Baquete?
GK: No meio de janeiro já vamos estar com todo o material desmontável, transportável, itinerante. Onde tiver entre dez e cinquenta crianças na faixa de até 13 anos, vamos comparecer gratuitamente, é só nos procurar. Chegamos lá, montamos nossas tabelas, levamos nossas bolas, levamos profissionais graduados e vamos fazendo a degustação, o “workshop” do basquete, criando um gosto pela modalidade. A partir de fevereiro vamos desenvolver turmas e naturalmente vamos ter equipes competitivas, dentro da nossa realidade. Evidentemente que competindo dentro da nossa realidade, não posso criar um exército de estilingue para enfrentar o exército norte-americano com canhões e outras armas. Temos que tomar cuidado para nos incorporarmos em competições com rivais do nosso nível, tem que tenha a mesma treinabilidade que nós. Com isso o gosto vai se perpetuando, se multiplicando e cada vez mais o basquetebol vai ganhando importância na nossa cidade.
NJ: O basquete de Cabo Frio vem fazendo bonito nos últimos anos. O que você acha que o passado pode ajudar nesse recomeço da Liga?
GK: Ajuda muito. Cabo Frio tem história no basquete. Sérgio Macarrão costuma dizer que a cidade tem muita estória no passado e tem uma história que começa em 2004, com a fundação da Liga de Basquete. Macarrão é uma figura que Cabo Frio sempre vai dever muito a ele qualquer conquista, qualquer louro terá que ser creditado ao Macarrão. Cabo Frio conseguiu ser campeão Estadual juvenil, em 2007, conseguiu ser campeão dos Jogos Abertos do Interior (JAI) e dos Jogos Abertos Brasileiros (JAB’s), neste ano. Agora isso tudo não adianta nada, não traz benefício nenhum se não houver a massificação e o poder público tem o projeto Novo Cidadão e tem tudo para dar certo. Se a modalidade de basquete não está funcionando, tem que funcionar, porque às vezes algumas porquinhas têm que ser apertadas, só isso. A essência existe, as quadras cobertas existem, escolas municipais de alto nível existem, professores capazes de dar boas aulas existem, a Liga existe, a prefeitura dá um suporte financeiro extremamente satisfatório para a massificação do esporte. Esse dinheiro não pode ser desviado para se formar equipes competitivas, esse dinheiro tem que ser aplicado justamente no aumento da comunidade basqueteira, tem que ser aplicado na formação e iniciação dos novos atletas, na difusão da modalidade na cidade. Naturalmente os patrocínios privados acontecerão e as equipes competitivas vão colher os resultados verdadeiros. Tendo massificação, tem público. Tendo público, tem arrecadação, bilheteria e patrocínio. Você simplesmente ter o resultado com o ginásio vazio é uma vitória extremamente efêmera. Fomos campeões brasileiros em agosto e até hoje estou esperando por um jantar, uma moção de aplausos, ou qualquer outra coisa. A pirâmide não pode estar de cabeça pra baixo. Não podemos iniciar o nosso investimento pela competição e sim pela estruturação da Liga, pela massificação da modalidade, pela inserção do basquete na sociedade cabofriense e aí o esporte de competição surge naturalmente.
NJ: Você já disse que não fará time adulto com a verba pública, apenas com patrocínio da iniciativa privada. Acredita que vai conseguir patrocínio e que teremos time adulto em 2012?
GK: Não tenho como mensurar o tempo. O projeto existe e a Liga de Basquete assume que teve um início errado no passado, onde ela começou estruturando uma equipe profissional, não conseguiu patrocínio e vários atletas saíram de Cabo Frio com direito a receber alguma coisa, alguma ajuda de custo. Então, no mês de março, vamos programar um grande evento de promoção do basquete adulto masculino, sendo que a verba arrecadada será uma parte para sanear as dívidas assumidas pela presidência da Liga. Aqueles atletas que ainda tem a receber as ajudas de custo da Liga podem ficar certos que receberão. Não contrataremos em hipótese nenhuma um novo atleta sem pagar primeiro aqueles que jogaram aqui e não receberam na totalidade aquilo que tem que receber. Mas eu tenho a impressão que temos condições de fazer um grande evento para zerar a dívida da Liga e dar o “Start” para o novo time de basquete adulto de Cabo Frio.
NJ: Existe algum plano para usar o Macarrão no basquete de Cabo Frio, seja com sua imagem ou em outra função?
GK: O Sérgio Macarrão antes de mais nada é uma referência, inclusive pessoal pra mim. Você fazer qualquer projeto em Cabo Frio sem considerar o Macarrão seria crime lesa a pátria. É claro que não vou inseri-lo em um projetinho pequeno, tenho que ter um projeto do tamanho dele. Com certeza absoluta que vamos caminhar pra isso e o Sérgio ainda tem muita coisa para fazer no basquete, não apenas de Cabo Frio, mas também nacionalmente. Macarrão é um ícone do basquete, um dos melhores jogadores de todos os tempos do basquetebol brasileiro, grande entendedor e um dos melhores técnicos desse país
Prefeitura de Cabo Frio tem projetos aprovados no PAC
Prefeitura de Cabo Frio tem projetos aprovados no PAC
Sex, 15 de Abril de 2011 01:02
| Infraestrutura |
Cabo Frio será uma das cidades do Brasil a receber benefícios do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) 2, do Governo Federal. O investimento conquistado recentemente será no valor total de R$ 7,72 milhões e vai ser destinado à construção de quatro pré-escolas, de uma praça, além de obras de urbanização.

A boa notícia veio da Secretaria Municipal de Governo, por meio do Escritório de Gestão de Projetos (EGP), que trata diretamente de investimentos federais e estaduais em obras do município. As quatro pré-escolas serão construídas no bairro Samburá, no Distrito de Tamoios (Rua da Torre, s/nº); Colinas do Peró (Rua 23, Quadra 21); no Tangará (Rua Nelson Mandela); e Caminho de Búzios (Rua das Camélias, Quadra 08). As duas primeiras atenderão ao total de 432 crianças e terão área construída de 1.212m². As duas últimas atenderão a 240 pessoas em área construída de 564m².
Já a Praça Modelo PAC, como é chamada, será construída na Reserva do Peró e vai contar com telecentro, biblioteca, anfiteatro, pista de skate, salas multifuncionais e CRAS (Centro de Referência de Assistência Social). Também fazem parte do pacote de obras a elaboração do projeto de urbanização do Centro Hípico no Segundo Distrito e a requalificação urbanística da comunidade do Morubá, que contempla regularização fundiária e trabalho social para desenvolvimento da cidadania e geração de trabalho e renda.De acordo com a gestora municipal de Convênio (EGP) de Cabo Frio, Cláudia Magalhães, o início das obras depende apenas da autorização da Caixa Econômica Federal:
- As obras do PAC são acompanhadas pela CEF, que faz a análise de documentos, medição das etapas da obra e liberação dos recursos por etapa aprovada. Desta forma, estamos aguardando apenas o sinal verde para darmos início aos empreendimentos que irão beneficiar a população de Cabo Frio.
Também aguardam a liberação final da Caixa as obras do Restaurante Popular, que funcionará na Estrada Cabo Frio/Búzios – localizado a 300m antes do hospital do Jardim Esperança – e contará com verba de R$ 1,4 milhão e doação do terreno de 2.000m² por parte da Prefeitura de Cabo Frio (a área construída será de 680m²) e do Banco de Alimentos, que será instalado na Rua 12, do bairro Samburá, e contará com verba federal de R$ 450 mil mais doação de terreno municipal. De acordo com Cláudia Magalhães, os recursos para esses dois projetos foram obtidos junto ao Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome e devem gerar em torno de 70 empregos diretos no município, sendo que o Banco de Alimentos contará com a capacitação de 30 mulheres do Samburá que já trabalham com compotas de doces.
O Banco de Alimentos tem o objetivo de arrecadar alimentos doados por supermercados, feiras, indústrias, varejões, entre outros, que passam por seleção e processamento e são embalados em porções que serão distribuídas gratuitamente às entidades sócio-assistenciais que oferecem alimentação a pessoas em situação de insegurança alimentar e nutricional, como creches, albergues e asilos. Em Cabo Frio, o projeto contará com um auditório para a realização de cursos destinados à comunidade voltados para a culinária sustentável.
Já os Restaurantes Populares promovem a alimentação saudável através de refeições balanceadas e variadas vendidas a preços acessíveis. Cada unidade produz um mínimo de mil refeições por dia, sempre respeitando as características culturais da sua região.
De acordo com o Superintendente do Departamento de Projetos da Coordenadoria Municipal de Planejamento, Felipe Araújo, o refeitório do Restaurante Popular de Cabo Frio contará com 120 lugares:
- Este é o segundo projeto social do governo municipal voltado para a alimentação, o primeiro foi o Café do Trabalhador - disse o arquiteto, lembrando que os dois contarão com total adaptação para os portadores de deficiência e toda a manutenção será feita por este governo.
A boa notícia veio da Secretaria Municipal de Governo, por meio do Escritório de Gestão de Projetos (EGP), que trata diretamente de investimentos federais e estaduais em obras do município. As quatro pré-escolas serão construídas no bairro Samburá, no Distrito de Tamoios (Rua da Torre, s/nº); Colinas do Peró (Rua 23, Quadra 21); no Tangará (Rua Nelson Mandela); e Caminho de Búzios (Rua das Camélias, Quadra 08). As duas primeiras atenderão ao total de 432 crianças e terão área construída de 1.212m². As duas últimas atenderão a 240 pessoas em área construída de 564m².
Já a Praça Modelo PAC, como é chamada, será construída na Reserva do Peró e vai contar com telecentro, biblioteca, anfiteatro, pista de skate, salas multifuncionais e CRAS (Centro de Referência de Assistência Social). Também fazem parte do pacote de obras a elaboração do projeto de urbanização do Centro Hípico no Segundo Distrito e a requalificação urbanística da comunidade do Morubá, que contempla regularização fundiária e trabalho social para desenvolvimento da cidadania e geração de trabalho e renda.De acordo com a gestora municipal de Convênio (EGP) de Cabo Frio, Cláudia Magalhães, o início das obras depende apenas da autorização da Caixa Econômica Federal:
- As obras do PAC são acompanhadas pela CEF, que faz a análise de documentos, medição das etapas da obra e liberação dos recursos por etapa aprovada. Desta forma, estamos aguardando apenas o sinal verde para darmos início aos empreendimentos que irão beneficiar a população de Cabo Frio.
Também aguardam a liberação final da Caixa as obras do Restaurante Popular, que funcionará na Estrada Cabo Frio/Búzios – localizado a 300m antes do hospital do Jardim Esperança – e contará com verba de R$ 1,4 milhão e doação do terreno de 2.000m² por parte da Prefeitura de Cabo Frio (a área construída será de 680m²) e do Banco de Alimentos, que será instalado na Rua 12, do bairro Samburá, e contará com verba federal de R$ 450 mil mais doação de terreno municipal. De acordo com Cláudia Magalhães, os recursos para esses dois projetos foram obtidos junto ao Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome e devem gerar em torno de 70 empregos diretos no município, sendo que o Banco de Alimentos contará com a capacitação de 30 mulheres do Samburá que já trabalham com compotas de doces.
O Banco de Alimentos tem o objetivo de arrecadar alimentos doados por supermercados, feiras, indústrias, varejões, entre outros, que passam por seleção e processamento e são embalados em porções que serão distribuídas gratuitamente às entidades sócio-assistenciais que oferecem alimentação a pessoas em situação de insegurança alimentar e nutricional, como creches, albergues e asilos. Em Cabo Frio, o projeto contará com um auditório para a realização de cursos destinados à comunidade voltados para a culinária sustentável.
Já os Restaurantes Populares promovem a alimentação saudável através de refeições balanceadas e variadas vendidas a preços acessíveis. Cada unidade produz um mínimo de mil refeições por dia, sempre respeitando as características culturais da sua região.
De acordo com o Superintendente do Departamento de Projetos da Coordenadoria Municipal de Planejamento, Felipe Araújo, o refeitório do Restaurante Popular de Cabo Frio contará com 120 lugares:
- Este é o segundo projeto social do governo municipal voltado para a alimentação, o primeiro foi o Café do Trabalhador - disse o arquiteto, lembrando que os dois contarão com total adaptação para os portadores de deficiência e toda a manutenção será feita por este governo.
sábado, 21 de janeiro de 2012
SALVADOR RECEBE ABDUL-JABBAR
Em Salvador, Kareem-Abdul Jabbar visitará o Nordeste de Amaralina, onde se encontrará com jovens da comunidade, atletas e representantes de ONGs, além de autoridades do governo da Bahia. Ele também visitará o “ Basquete do Futuro Eletrobras” no bairro do Calabar,projeto da Federação Bahiana de Basket Ball em parceria com a Confederação Brasileira de Basketball
No Rio de Janeiro, Kareem-Abdul Jabbar visitará o projeto Rio em Forma Olímpico; participará da inauguração de uma clínica de basquete em parceria com a CUFA - Central Única das Favelas, na Vila Olímpica do Alemão, com a participação do rapper MV Bill; visitará o Clube de Regatas do Flamengo acompanhado da presidente do clube, Patrícia Amorim; e visitará a Vila Olímpica da Mangueira onde fará uma palestra para os alunos do Projeto Basquete do Futuro Eletrobras.
Haverá tradução durante toda a programação de Kareem Abdul-Jabbar no Brasil.
PROGRAMAÇÃO EM SALVADOR DIA 24 DE JANEIRO (3ª FEIRA)
LOCAL NORDESTE DE AMARALINA
Endereço: Associação Educacional Social Ágape (AESA) - Rua 11 de novembro, 842, Nordeste da Amaralina.
Das 10h30 as 11h45 – Visita e Bate Papo
Das 11h45 as 12h – Coletiva a Imprensa
LOCAL QUADRA DE ESPORTES DO CALABAR (PERTO DA UPP)
Das 14h as 15h30- Bate Papo com os garotos do Progeto Basquete do Futuro
Qualquer informação 071 – 9914-6427 (Roberto) e 8869-2488 (Walter)
Roberto José Fernandes
Presidente da FBB
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
RIO DE JANEIRO E SALVADOR RECEBEM ABDUL-JABBAR
RIO DE JANEIRO E SALVADOR RECEBEM ABDUL-JABBAR
| Kareem Abdul-Jabbar foi nomeado embaixador cultural pela secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton |
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