quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

KROLL Consultoria e VIAMAR Confecções elaboram camisas promocionais para visita ao Flamengo

MODELO DAS CAMISAS


APOIO


APOIO

AO LADO DO COMILÃO

KROLL Consultoria lança franquia do Projeto Cabo Frio Mini-Basquete

A KROLL Consultoria está lançando um projeto de franquia do seu Projeto Cabo Frio Mini-Basquete.

O projeto conta com tabelas removíveis adesivadas, frete próprio, tabelas adaptadas a diversas alturas, materiais pedagógicos adaptados, professores altamente capacitados e credenciados no CREF, presença obrigatória de uma assistente social em todas as atividades e a entidade é filiada ao Conselho Municipal da Criança e do Adolescente, além de ter forte ligação com clubes que disputam os campeonatos oficiais sub-13 da Federação de Basquetebol do Estado do Rio de Janeiro.

A metodologia de ensino será diferenciada das escolinhas esportivas que  já existem no país e a principal preocupação da franquia será o envolvimento dos pais e amigos dos praticantes para que reconheçam nossa atividade como importante ferramenta educacional e de inclusão social. O basquetebol possui um vetor de desenvolvimento da personalidade diferenciado das outras ações que participam do sistema global de ensino.

A coordenação pedagógica sempre será do prof. Guilherme Kroll, técnico do Flamengo por 10 anos e técnico da Seleção Brasileira por 4 anos. Kroll trabalhou profissionalmente nos principais clubes de São Paulo e Minas Gerais, sendo formado em Educação Física, Jornalismo e Psicologia.

Os colégios interessados devem entrar em contato pelo e-mail:   guikroll@gmail.com

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

KROLL Consultoria inscreve profissionais na Clínica da Basquete da ABEQT

A ABEQT-Teresópolis vai promover nos dias 27 e 28 de janeiro uma importante clínica de basquete nas dependências do Clube Comary e da Casa de Portugal. O palestrante principal será o técnico Deraldo Nascimento que possui uma longa história no basquete carioca.

Valfredo Almeida, Deraldo Nascimento e Miguel Palmier
têm muita história dentro do basquete carioca
A KROLL Consultoria Esportiva, Política e Social tentará inscrever o máximo de professores participantes do Projeto Cabo Frio Basquete.

"O Deraldo foi meu primeiro técnico quando comecei a jogar. Também foi o técnico de seleção carioca de base que eu tive a minha primeira oportunidade de atuar como assistente. Houve uma ocasião em que eu cuidava da carreira de várias atletas talentosas e o contratei como personal trainner de basquete. Ele sabe muito. É um dos técnicos remanescentes da escola tradicional. Todos nós temos muito a aprender com ele", afirmou Guilherme Kroll, diretor-presidente da KROLL Consultoria.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Guilherme Kroll: O homem da mudança

Guilherme Kroll: O homem da mudança

Site: www.najogada.com.br


Por Léo Borges
Desde que foi fundada, em 2004, a Liga de Basquete de Cabo Frio (LBCF) cresceu bastante. Além de organizar os campeonatos municipais, a entidade montou equipes que conquistaram títulos, como o Rio Open juvenil, foi duas vezes vice-campeão Estadual para o “todo poderoso” Flamengo, tricampeão dos Jogos Abertos do Interior (JAI) e campeão dos Jogos Abertos Brasileiros (JAB’s).
Guilherme Kroll – crédito: Raphael Bozeo
Mas neste ano, a Liga passou por dificuldades financeiras e vai aos poucos respirando após a crise enfrentada. Para 2012, muitos projetos e mudanças na condução da administração. Para isso, o presidente Fábio Costa contratou Guilherme Kroll para gerente executivo da Liga.
Formado em educação física, jornalismo e psicologia; e militante no basquete desde que nasceu, já que seu pai fora treinador e jogador, Guilherme Kroll tem bagagem suficiente para o cargo. Trabalhou por mais de 25 anos como técnico, oito anos como superintendente técnico da Federação de Basquetebol do Rio (FBERJ) e vê neste novo desafio a chance de fazer um projeto modelo para o basquete não apenas municipal, mas de âmbito nacional.
Nos últimos cinco anos, Kroll trabalhou no futebol profissional, também como gerente executivo no Macaé Esporte e no Volta Redonda. Demonstrando otimismo, Guilherme Kroll espera revolucionar a Liga. O trabalho já começou.
Na Jogada: Reestruturar a Liga foi fundamental para seu acerto na Liga?
Guilherme Kroll: O basquetebol existe em Cabo Frio e em outros lugares por heroísmo, por conta dos ídolos, como aqui com o Sérgio Macarrão, através de pessoas abnegadas, que se somar todas não dá cinquenta. Não é isso que nós desejamos, queremos que a modalidade seja praticada por 80% de Cabo Frio. O basquete talvez seja de todas as modalidades, a que mais leva há inclusão, pois gera atração em todas as camadas sociais, em todas as faixas etárias, é um tremendo de um instrumento educacional. O basquete tem que ser massificado e utilizado como ferramenta de educação. É lógico que as equipes de alto nível tem que existir, para que se possa ter o espelho, o modelo. O grande interesse que temos é ver o basquete ser algo fundamental dentro da cultura, dentro da sociedade cabofriense.
NJ: Isso é mais uma motivação?
GK: Eu torno a dizer que o basquete para cinqüenta pessoas não tem representatividade. Nem sei dizer se é unido ou desunido, só posso afirmar que não tem representatividade. Temos que fazer basquete para 50 mil pessoas. É esse o basquete que vamos fazer agora. Sempre dividi minha vida profissional em pessoa física e pessoa jurídica. Há cinco anos como pessoa física exerço a função de Gerente de Futebol profissional. Hoje minha cabeça mudou, sou Gerente executivo da Liga de Basquete de Cabo Frio. Eu garanto que enquanto o basquete da cidade não estiver alavancado, mais de mil praticantes, bem forte, eu vou estar aqui. No dia que aqui começar a funcionar, talvez eu parta para outro desafio.
NJ: Ano que vem promete ser de muito trabalho. Quais são suas expectativas para 2012?
GK: Só o fato de eu estar aqui já prova tudo o que eu possa dizer. Eu estou apostando nisso, estou absolutamente encantado com o apoio que a Prefeitura Municipal de Cabo Frio vem dando não só para a Liga de Basquete, mas como para todas as outras. Essas Ligas recebem o apoio exato e que merecem receber. Temos três ginásios de alto nível e mais uma infinidade de quadras cobertas por aí. O apoio está sendo total do órgão público. Agora, as pessoas do esporte têm que entender que praticar esporte dá sede e não pode todo mundo correr para o mesmo bebedouro, que é a Prefeitura. Nós temos que entender que existem 200 bebedouros. Claro que o bebedouro da Prefeitura é legal, mas para aquilo ali ele já está funcionando. Agora nós temos que construir outras fontes para que possamos conseguir recursos de outras formas e fazer de Cabo Frio a capital do esporte.
NJ: Existem quatro projetos para 2012. É o começo da formação de novos atletas?
GK: Com certeza e vou além.  Temos que começar pelo mini basquete, mini vôlei, mini futsal, mini tênis, sempre com regras adaptadas, uniformes adaptados para a criançada toda conseguir aprender os gestos corretos, sem precisar fazer sobrecarga, porque a bola é mais pesada ou o aro está muito alto. Tão importante quanto isso é a criação de outro movimento paralelo que eu batizo de “Ama Basquete”, que é a associação de pais e amigos da modalidade. Se nós formos lançar uma atividade de basquetebol em que a criança pratique terça e quintas-feiras, por exemplo, nós vamos ter uma terceira prática que será no sábado, com a participação dos pais, amigos e vizinhos dessas crianças. Eles vão estar presentes e é isso que nós queremos. Não será apenas jogar bola, mas sim um processo esportivo e educacional, onde todos vão participar, com passeios, atividades culturais, jogos em outras cidades, enfim. Vamos ter atividades semanais sempre envolvendo os responsáveis por essas crianças. Nós  precisamos em todas as modalidades esportivas que elas cresçam de importância, que os pais vejam no esporte a diferença de simplesmente jogar bola.
NJ: A expectativa é grande para o Ama Basquete e o Mini Baquete?
GK: No meio de janeiro já vamos estar com todo o material desmontável, transportável, itinerante. Onde tiver entre dez e cinquenta crianças na faixa de até 13 anos, vamos comparecer gratuitamente, é só nos procurar. Chegamos lá, montamos nossas tabelas, levamos nossas bolas, levamos profissionais graduados e vamos fazendo a degustação, o “workshop” do basquete, criando um gosto pela modalidade. A partir de fevereiro vamos desenvolver turmas e naturalmente vamos ter equipes competitivas, dentro da nossa realidade. Evidentemente que competindo dentro da nossa realidade, não posso criar um exército de estilingue para enfrentar o exército norte-americano com canhões e outras armas. Temos que tomar cuidado para nos incorporarmos em competições com rivais do nosso nível, tem que tenha a mesma treinabilidade que nós. Com isso o gosto vai se perpetuando, se multiplicando e cada vez mais o basquetebol vai ganhando importância na nossa cidade.
NJ: O basquete de Cabo Frio vem fazendo bonito nos últimos anos. O que você acha que o passado pode ajudar nesse recomeço da Liga?
GK: Ajuda muito. Cabo Frio tem história no basquete. Sérgio Macarrão costuma dizer que a cidade tem muita estória no passado e tem uma história que começa em 2004, com a fundação da Liga de Basquete. Macarrão é uma figura que Cabo Frio sempre vai dever muito a ele qualquer conquista, qualquer louro terá que ser creditado ao Macarrão. Cabo Frio conseguiu ser campeão Estadual juvenil, em 2007, conseguiu ser campeão dos Jogos Abertos do Interior (JAI) e dos Jogos Abertos Brasileiros (JAB’s), neste ano. Agora isso tudo não adianta nada, não traz benefício nenhum se não houver a massificação e o poder público tem o projeto Novo Cidadão e tem tudo para dar certo. Se a modalidade de basquete não está funcionando, tem que funcionar, porque às vezes algumas porquinhas têm que ser apertadas, só isso. A essência existe, as quadras cobertas existem, escolas municipais de alto nível existem, professores capazes de dar boas aulas existem, a Liga existe, a prefeitura dá um suporte financeiro extremamente satisfatório para a massificação do esporte. Esse dinheiro não pode ser desviado para se formar equipes competitivas, esse dinheiro tem que ser aplicado justamente no aumento da comunidade basqueteira, tem que ser aplicado na formação e iniciação dos novos atletas, na difusão da modalidade na cidade. Naturalmente os patrocínios privados acontecerão e as equipes competitivas vão colher os resultados verdadeiros. Tendo massificação, tem público. Tendo público, tem arrecadação, bilheteria e patrocínio. Você simplesmente ter o resultado com o ginásio vazio é uma vitória extremamente efêmera. Fomos campeões brasileiros em agosto e até hoje estou esperando por um jantar, uma moção de aplausos, ou qualquer outra coisa. A pirâmide não pode estar de cabeça pra baixo. Não podemos iniciar o nosso investimento pela competição e sim pela estruturação da Liga, pela massificação da modalidade, pela inserção do basquete na sociedade cabofriense e aí o esporte de competição surge naturalmente.
NJ: Você já disse que não fará time adulto com a verba pública, apenas com patrocínio da iniciativa privada. Acredita que vai conseguir patrocínio e que teremos time adulto em 2012?
GK: Não tenho como mensurar o tempo. O projeto existe e a Liga de Basquete assume que teve um início errado no passado, onde ela começou estruturando uma equipe profissional, não conseguiu patrocínio e vários atletas saíram de Cabo Frio com direito a receber alguma coisa, alguma ajuda de custo. Então, no mês de março, vamos programar um grande evento de promoção do basquete adulto masculino, sendo que a verba arrecadada será uma parte para sanear as dívidas assumidas pela presidência da Liga. Aqueles atletas que ainda tem a receber as ajudas de custo da Liga podem ficar certos que receberão. Não contrataremos em hipótese nenhuma um novo atleta sem pagar primeiro aqueles que jogaram aqui e não receberam na totalidade aquilo que tem que receber. Mas eu tenho a impressão que temos condições de fazer um grande evento para zerar a dívida da Liga e dar o “Start” para o novo time de basquete adulto de Cabo Frio.
NJ: Existe algum plano para usar o Macarrão no basquete de Cabo Frio, seja com sua imagem ou em outra função?
GK: O Sérgio Macarrão antes de mais nada é uma referência, inclusive pessoal pra mim. Você fazer qualquer projeto em Cabo Frio sem considerar o Macarrão seria crime lesa a pátria. É claro que não vou inseri-lo em um projetinho pequeno, tenho que ter um projeto do tamanho dele. Com certeza absoluta que vamos caminhar pra isso e o Sérgio ainda tem muita coisa para fazer no basquete, não apenas de Cabo Frio, mas também nacionalmente. Macarrão é um ícone do basquete, um dos melhores jogadores de todos os tempos do basquetebol brasileiro, grande entendedor e um dos melhores técnicos desse país.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Kareem Abdul-Jabbar visitará o Rio no fim de janeiro

O ex-jogador de basquete Kareem Abdul-Jabbar, o maior cestinha da história da NBA, visitará o Rio de Janeiro no final de janeiro. Embaixador do governo dos EUA para assuntos de esporte, Abdul-Jabbar irá se encontrar com a comunidade muçulmana na cidade e deverá fazer uma visita ao Flamengo, onde será o CT da equipe dos EUA no Rio-16.
Kareem-Abdul Jabbar é um dos maiores mitos do basquete norte-americano

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

KROLL CONSULTORIA E ASSOCIAÇÃO LATINA DE DESENVOLVIMENTO ESPORTIVO, CULTURAL E AMBIENTAL FECHAM PARCERIA PARA DESENVOLVER PROJETO DE MINI-BASQUETE EM TODO BRASIL.

 A KROLL Consultoria Esportiva, Política  e  Cultural, fechou importante parceria com a Associação Latina de Desenvolvimento  Esportivo, Cultural e Ambiental (ALDEeA) para o fomento  de um projeto  de grande abrangência  visando o   desenvolvimento do mini-basquete como importante ferramenta social.
 A KROLL e a ALDEeA   estão cadastrando entidades de todos os municípios brasileiros  que desejarem receber o projeto. As entidades devem está cadastradas nos respectivos Conselhos Municipais da Criança e do Adolescente.
O projeto Mini-Basquete é itinerante, possuindo tabelas transportáveis e adaptáveis pra várias faixas etárias até o limite de 12 anos. Turmas de excelência na categoria sub-13 (masculino e feminino) também serão formadas.
As entidades interessadas não necessitam possuir ginásios ou quadras de basquete, nem histórico na modalidade, bastando oferecer um espaço plano coberto e uma quantidade significativa de crianças interessadas. O fundamental é que tais entidades possuam um enorme compromisso com o vetor social.
O Mini-Basquete é fomentado integralmente de forma lúdica, com enorme atenção  nos fatores didático-pedagógicos.
Os interessados devem enviar e-mail para guikroll@gmail.com
A KROLL e ALDEeA  se encontram em estágio avançado na captação de recursos para esse projeto, acreditando na possibilidade de conseguir abranger todo território nacional.
Paralelo ao Projeto Mini-Basquete a parceria KROLL/ALDEeA também está lançando o PROJETO MINI-TÊNIS. Os interessados devem contactar o mesmo e-mail.

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

KROLL Consultoria Esportiva fecha acordo para desenvolver projetos de tênis com Domingos Venâncio

A KROLL Consultoria Esportiva, Política e Cultural, representada pelo seu diretor-presidente Guilherme Kroll, fechou uma importante parceria no dia de ontem, em reunião realizada no Restaurante Orquídea, em Niterói.
Domingos Venâncio, um dos principais nomes do tênis brasileiro, será parceiro da KROLL em vários projetos de inclusão social e no mini-tênis.
Veja a seguir o currículum de Domingos Venâncio:

Domingos Venâncio ao lado de uma das maiores lendas do tênis mundial, Thomaz  Koch



Currículo de Domingos Venancio 


- 48 anos ,natural de Niterói, RJ. 

- 28 títulos cariocas.(Estado do Rio de Janeiro). 

- Número 1 do ranking carioca(Estado do Rio de Janeiro) de 1º classe em 1983. 

- Número 3 do ranking brasileiro juvenil até 18 anos. 

- Campeão Americano por equipes e All-American Jr. College pelo Central Flórida College. 

- Campeão de simples e duplas do Estado do Texas pela Universidade doTexas (San Antonio), onde cursou Educação Física e Sociologia. 

- Jogou por 08 anos consecutivos nos circuitos profissionais da ATP. 

- Vencedor da etapa de Strassbourg França ( Circuito Marlboro.) em 1982 

- Coordenou o Ron Holmberg Tennis Camp, (EUA) nos anos de 1983 e 84. 

- Trabalhou no Manitou Webbing, no Canadá e Nike Camps (com Carlos Goffi), na Flórida e no Brasil por três anos. 

- Na Escola Koch /Venâncio, treinou tenistas como Bruno Soares(Top 15 da ATP em Duplas), Joana Cortez(bi-campeã Pan-Americana em duplas, Luciana Corsato, Stefani Mayorkis, Kiki Roswadovsky , Eugênia Maia.,Horácio Melo e Narck Rodrigues( todos ATP ou WTA). 

- Pioneiro no ensino e treino de tênis em cadeira de rodas no Brasil, em 1985. 

-Trabalhou como Tester para a USPTR (United States Professional Tennis Registry), além de ter ministrado cursos no Brasil para esta entidade. 

-Colunista da revista Nittenis, tem artigos publicados pelo Jornal do Brasil e Zero Hora.
-Tradutor de artigos internacionais sobre tênis, em inglês e espanhol, como as edições da PTR (Professional Tennis Registry para o Brasil). 

- Atualmente, é o representante do Depto. de Capacitação da C.B.T. (Confederação Brasileira de Tênis). para o Est. do Rio de Janeiro, e ministra cursos para professores em todo o Brasil., além de atuar no depto. de Broadcasting para a América Latina , pela EGL Ásia.. É o Diretor do Depto de Capacitação da FTERJ (Federação de Tênis do Estado do Rio de Janeiro), e Coordenador Técnico das equipes juvenis da mesma entidade. Promove e coordena Torneios,Clínicas, Congressos e Simpósios para várias empresas e entidades do tênis brasileiro